quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Apresentação da AAM-Acção Angolana para Mulher
HISTORIAL
Quem Somos?
A Acção Angolana para a Mulher – AAM é, uma organização não governamental, angolana, apartidária, sem fins lucrativos, fundada a 14 de Maio de 1997 e Registada no Cartório Notarial de Luanda no dia 23 de Junho de 2000. A organização tem 48 membros sendo 36 mulheres e 12 homens; estão na direcção 80% de mulheres. É membro da Rede Mulher/Angola, FONGA e da ANASO. A Acção Angolana para a Mulher trabalha para combater a violência contra a mulher, probreza, promover o equilibrio de género, respeito pelos direitos humanos, a elevação do seu estatuto social, através de acções de pesquisa, divulgação, formação, sensibilização, aconselhamento, juridico, legal, saúde sexual e reprodutiva, e na prevenção e combate do VIH e SIDA. Os grupos alvos: raparigas adolescentes e jovens, mulheres, portadoras de deficiência e idosas.
Como Surgimos?
O grupo surgiu com iniciativa da presidente da Organização, que acabava de sair de uma Organização internacional, nisto convidou algumas pessoas amigas para criarem uma organização de mulher.
Porque se formou o grupo?
O grupo se formou na necessidade de participar mais activamente na mudança de atitudes e comportamento de mulheres e homens.
Data da Constituição
14 De Maio de 1997, e registada no 3º cartório notarial, ministério da justiça e UTCAH
Objectivos
Ø Elaborar e executar, programas e projectos que visem melhorar o posicionamento da mulher na sociedade com especial atenção para as áreas de desenvolvimento comunitário, pobreza, educação, formação, saúde, pesquisa, democracia, direitos humanos.
Ø Informar e educar as mulheres e adolescentes e proporcionar serviços sobre saúde sexual e reprodutiva, VIH e SIDA.
Ø Contribuir para a eliminação de todas as formas de violência contra a mulher.
Ø Promover a democracia, direitos humanos das mulheres, com vista a criação de uma justiça social.
Ø Providenciar meios (créditos, formação) com vista a facilitar os serviços das mulheres do sector informal principalmente das áreas rurais.
Grupo Alvo
Ø Raparigas Adolescentes e jovens
Ø Mulheres deficientes
Ø Mulheres que desenvolvem actividades no sector informal
Ø Pessoas idosas
Áreas Temáticas
Ø Saúde sexual e reprodutiva
Ø ITS/VIH e SIDA
Ø Violência contra as mulheres
Ø Género, Direitos Humanos
Ø Pobreza
Área Geográfica
Províncias de Luanda, Uíge, Benguela
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
Mesa da Assembleia-geral
Presidente e duas vogais
Conselho fiscal
Presidente, uma secretária e um relator
Conselho de direcção
Um presidente, um vice-presidente, uma secretária, e duas vogais.
Staff
1 Directora executiva
1 Coordenadora de programas
1 Coordenadora de projecto
1 Assistente de projectos
1 Assistente de finanças
1 Assistente Geral
Voluntários
25 Homens
30 Mulheres
PRINCIPAIS PROJECTOS EXECUTADOS
Titulo: Acção Vida I,
Ano: 1997
Financiador: Fundo de Iniciativas Locais, Development Workshop
Duração: 3 meses
Total: USD 590
Perspectiva de Género
Titulo: Acção Vida I,
Ano: 2000
Financiador: Fundo de Iniciativas Locais, Development Workshop
Duração: 3 meses
Total: USD 7.350,00
Projecto visou contribuir para a redução do ITS, VIH/Sida, através de educação e informação aos adolescentes e mulheres. O projecto capacitou 20 adolescentes activistas da comunidade do bairro Sambizanga em Luanda em temáticas sobre, saúde reprodutiva, técnicas de Educação e informação e Comunicação, técnicas participativas e aconselhamento. Os activistas realizaram palestras nos Centro de N’gola Kiluange e no centro de saúde.
Produziu mil exemplares de folheto sobre Direitos de Seropositivos em português e três línguas nacional (kikongo, kimbundu e umbundu). Produziu um esboço de guião para uma cassete áudio sobre informações gerais sobre VIH/Sida. Produziu um esboço de uma brochura sobre Mulher e VIH/SIDA.
Titulo: Acção Vida II
Ano: 2002/2003
Financiador: UNICEF
Duração: 9 meses
Total: Usd 10.000,00
O projecto constituiu 6 clubes anti – Sida, com cerca 50 “peers” cada um, nas escolas do II e III níveis do município do Sambizanga para adolescentes dos 10 – 24 anos de idade fora e dentro do sistema escolar.
Titulo: Acção Jovens Sobre a Vida
Ano: 2003
Financiador: ANASO/ONUSIDA
Duração: 3 meses
Total: Usd 10.000,00
O projecto visou a produção de 8 programas de rádio comunitário de adolescentes para adolescente sobre VIH/SIDA
Titulo: Acção Jovens Sobre a Vida II
Ano: 2004
Financiador: J.V.A/Cooperação Francesa
Duração: 6 meses
Total: Usd 3.000,00
Realização de campanhas de sensibilização educação e informação sobre a prevenção do VIH/SIDA nas comunidades.
Titulo: Acção Raparigas para a Vida
Ano: 2004
Financiador: Ministério da educação/PNUD
Duração: 3 meses
Total: Usd 24.185,00
Visou a consolidação e expansão das actividades dos clubes Anti-Sida, realização de um Workshop para capacitação de 15 professores de moral e cívica e 30 activistas comunitários sobre IEC e VIH e SIDA, a realização de um concurso de desenho sobre VIH e SIDA nas escolas do município do sambizanga.
Titulo: As Mulheres Parlamentares nas próximas eleições
Ano: 2005
Financiador: Development Workshop
Duração: 45 Dias
Total: Usd 10.000,00
O projecto visou a realização de um Workshop sobre análise de género ao pacote legislativo eleitoral/2006, em parceria com a Rede Mulher, e contou com a participação de 170 pessoas entre mulheres parlamentares, mulheres com cargo de direcção, organizações femininas de partidos políticos.
Titulo: Modelo Colaborativo em Questões de Género e Desenvolvimento
Ano: 2005
Financiador: Banco Mundial
Duração: 3 meses
Total: Usd 6.300,00
O projecto visou a realização de um Workshop sobre Género e Construção de Parcerias e contou com a participação de 45 pessoas, em representação de Organizações da Sociedade Civil, Igreja, Empresas Públicas e Privadas, governo, Jornalistas e de partidos políticos.
Titulo: Capacitação de Mulheres Sobre Processos Eleitorais
Ano: Dezembro/2005 a Março/2006
Financiador: Embaixada Britânica
Duração: 4 meses
Total: Usd 14.430,00
Melhorar as habilidades de liderança das mulheres e fortalecer as capacidades destas para organizarem-se para as próximas eleições
Titulo: Adolescentes e Jovens em Acção pela Vida
Ano: Novembro 2006 a Dezembro 2007
Financiador: PNUD/FUNDO GLOBAL
Duração: 15 meses
Total: Usd 78.012,25
Promover a mudança do comportamento, atitudes e práticas de risco em 18.000 adolescentes e jovens de ambos os sexos, sexualmente activa com idade compreendida entre os 10 e 24 anos de idade.
Titulo: Mulheres e Eleições
Ano: 2008
Financiador: Embaixada Americana
Duração: 6 meses
Total: Usd 17.450,00
O projecto informou e sensibilizou 1.350 mulheres das comunidades rurais e peri-urbanas de 3 municipios da província do Uige, (Uige ,Songo e Negage), para que a sua participação no processo eleitoral seja consciente, pacífica, isenta de práticas de potencial conflitos. As principais acções do projecto foram: capacitação de 50 mulheres provenientes de organizações de mulheres de: associações, grupos de igreja, partidos políticos, governo, capacitação de 33 activistas para a condução de actividades de sensibilização e educação das mulheres sobre educação civica numa prespectiva eleitoral e a promoção de 30 sessões de sensibilização (oficinas de educação cívica) junto das comunidades feminina.
Titulo: Desperta Mulher
Ano: 2008/2009 – em curso
Financiador: NOVIB/Development Workshop
Duração: 24 meses
Total: Usd 103.080,00
Esta o projecto, teve como objectivo, de promover a igualdade de género, afim de reduzir o risco e a vulnerabilidade das raparigas e mulheres em contraírem o VIH/SIDA. O grupo alvo do projecto são as raparigas e mulheres dos 14 aos 45 anos de idade das comunidades peri-urbana dos municípios do Sambizanga e Cacuaco, provincia de Luanda.
As actividades executadas: capacitação de líderes religiosos e comunitarios em género, VIH e Sida, direitos humanos, saúde sexual e reprodutiva e aconselhamento; realizar palestras e debates, realizar campanhas de IEC sobre VIH/SIDA nas comunidades, realizar um fórum de diálogo e debate entre mulheres e homens, para discutir o género, violência e VIH/SIDA, estabelecer e treinar grupos comunitarios para o apoio aos pais a nível das comunidades, Educar e sensibilizar os homens a partir de uma perspectiva de género, fortalecer a capacidade de cinco clubes de género e VIH/SIDA a nivel da escolas.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Angola: Anaso defende o envolvimento multisectorial no control do HIV-SIDA no País
O director executivo da rede angolana das Organizações de Sida (Anaso), António Coelho, enfatizou hoje, segunda-feira, em Luanda, a necessidade de todos os sectores públicos e privados estarem envolvidos no combate e controlo do VIH/Sida em Angola.
Falando na abertura do primeiro seminário nacional sobre cuidados paliativos (extra-hospitalar), que vai decorrer até 12 do mês em curso, António Coelho, alertou a necessidade de haver um maior empenho e envolvimento de toda a sociedade, para que não se perca o controlo desta doença, que tende a aumentar nos últimos tempos.
Realçou também ser preciso haver troca de impressões, de forma periódica, com os representantes de vários sectores, para se analisar o evoluir dos casos da doença em Angola, as condições dos hospitais de e Centros de Referências para testagem voluntárias, assim como dos meios materiais e humanos disponíveis nestas unidades, analisou.
“Os fundos monetários para a sustentabilidade dos programas tendem a reduzir, uma situação que poderá agravar-se nos últimos tempos”, segundo o responsável.Face a esta situação, António Coelho defendeu maior envolvimento e responsabilidade da sociedade no combate do VIH/Sida, que continua a vitimar mais cidadãos dos 15 aos 45 anos.
Neste evento, participam 39 líderes e quadros de Ong nacionais seleccionadas nas províncias de Luanda, Cabinda, Benguela, Malanje, Kwanza Sul e Norte, Cunene, Uíge e Bengo.
Com o apoio do Fundo Global, o seminário visa capacitar os referidos quadros e líderes em estratégias de como melhor acompanharem às pessoas que vivem com esta doença, junto das suas famílias e comunidade.
Com a duração de cinco dias, o encontro realiza-se pelo facto da ANASO e outros parceiros terem notificado nos últimos tempos, a falta de qualidade no apoio às pessoas vivendo com VIH/Sida, junto dos seus familiares, que devem contribuir na redução da incidência desta doença.
O evento decorre numa das salas de conferências do Instituto Nacional da Criança (INAC), onde os participantes discutem aspectos ligados com cuidados básicos sobre efeitos secundários da terapia para antiretroviral, nutrição das pessoas vivendo com VIH/Sida, enfoco psicológico destes doentes, seu aconselhamento e tratamento.
Os participantes, ao longo destes dias trocarão experiências sobre cuidados domiciliares, direitos humanos, estigma e discriminação e a adesão ao tratamento com antiretrovirais.
Este é o segundo encontro que a ANASO realiza, num total de 18. Na fase anterior abordou-se sobre os cuidados domiciliares, onde participaram 40 representantes idos de várias províncias de Angola.
Fonte:Angop - Edição de 08.06.2009
Editado por:
Simão Pascoal Hossi
Falando na abertura do primeiro seminário nacional sobre cuidados paliativos (extra-hospitalar), que vai decorrer até 12 do mês em curso, António Coelho, alertou a necessidade de haver um maior empenho e envolvimento de toda a sociedade, para que não se perca o controlo desta doença, que tende a aumentar nos últimos tempos.
Realçou também ser preciso haver troca de impressões, de forma periódica, com os representantes de vários sectores, para se analisar o evoluir dos casos da doença em Angola, as condições dos hospitais de e Centros de Referências para testagem voluntárias, assim como dos meios materiais e humanos disponíveis nestas unidades, analisou.
“Os fundos monetários para a sustentabilidade dos programas tendem a reduzir, uma situação que poderá agravar-se nos últimos tempos”, segundo o responsável.Face a esta situação, António Coelho defendeu maior envolvimento e responsabilidade da sociedade no combate do VIH/Sida, que continua a vitimar mais cidadãos dos 15 aos 45 anos.
Neste evento, participam 39 líderes e quadros de Ong nacionais seleccionadas nas províncias de Luanda, Cabinda, Benguela, Malanje, Kwanza Sul e Norte, Cunene, Uíge e Bengo.
Com o apoio do Fundo Global, o seminário visa capacitar os referidos quadros e líderes em estratégias de como melhor acompanharem às pessoas que vivem com esta doença, junto das suas famílias e comunidade.
Com a duração de cinco dias, o encontro realiza-se pelo facto da ANASO e outros parceiros terem notificado nos últimos tempos, a falta de qualidade no apoio às pessoas vivendo com VIH/Sida, junto dos seus familiares, que devem contribuir na redução da incidência desta doença.
O evento decorre numa das salas de conferências do Instituto Nacional da Criança (INAC), onde os participantes discutem aspectos ligados com cuidados básicos sobre efeitos secundários da terapia para antiretroviral, nutrição das pessoas vivendo com VIH/Sida, enfoco psicológico destes doentes, seu aconselhamento e tratamento.
Os participantes, ao longo destes dias trocarão experiências sobre cuidados domiciliares, direitos humanos, estigma e discriminação e a adesão ao tratamento com antiretrovirais.
Este é o segundo encontro que a ANASO realiza, num total de 18. Na fase anterior abordou-se sobre os cuidados domiciliares, onde participaram 40 representantes idos de várias províncias de Angola.
Fonte:Angop - Edição de 08.06.2009
Editado por:
Simão Pascoal Hossi
.jpg)
Compromissos do UNICEF em AngolaUnicef Angola/ 2004 Elder
A UNICEF está presente em Angola desde 1976, um ano após a independência do país e o início do
conflito que devastou a economia, deixou infra-estruturas vitais em ruínas e a população civil completamente dependente da ajuda humanitária.
A UNICEF está presente em Angola desde 1976, um ano após a independência do país e o início do
conflito que devastou a economia, deixou infra-estruturas vitais em ruínas e a população civil completamente dependente da ajuda humanitária. Durante quase três décadas de emergência a UNICEF proporcionou sem interrupção assistência directa e protecção a milhões de crianças e mulheres afectadas pelas hostilidades e a centenas de milhar de deslocados forçados a fugir das suas casas.
Com sete sub-escritórios espalhados pelo país e uma forte presença em Luanda, a UNICEF pôde chegar a muitas das áreas mais vulneráveis e levar a cabo várias campanhas de vacinação que salvaram vidas.
Apesar da situação de instabilidade, a UNICEF e os seus parceiros ajudaram centenas de escolas a manterem-se em funcionamento através da doação de material escolar e da formação de professores. Foi fornecida água potável a acampamentos onde milhares de famílias deslocadas procuraram abrigo e actividades de protecção permitiram o reencontro de famílias separadas dispersas por todo o país.
Hoje a UNICEF mantém cinco escritórios no terreno e emprega 100 funcionários que acompanham o actual período de transição em Angola. No seguimento do término do conflito no início de 2002, as suas actividades passaram progressivamente da prestação directa de serviços para uma abordagem centrada em facilitar processos e reforçar capacidades.
O Programa para Angola (Angola’s Country Programme) tem sido elaborado com base em vários estudos e análises. Dois dos mais importantes foram a Avaliação do País [Common Country Assessment (CCA)] em 2001 e o Estudo de Indicadores Múltiplos [Multiple Indicator Cluster Survey (MICS)] também em 2001. Em conjunto o CCA e o MICS constituem uma base de dados sobre a situação socio-económica das crianças e mulheres Angolanas no novo milénio. O MICS, realizado como parte do compromisso do Governo para com os Objectivos das Nações Unidas de Desenvolvimento para o Milénio, serve agora como o principal indicador do progresso de Angola em direcção a estas metas cruciais para as crianças.
Objectivos e Resultados Esperados 2005 - 08
O objectivo primordial do actual programa da UNICEF em Angola consiste em apoiar o governo no seu compromisso de satisfazer e realizar os direitos das crianças e mulheres.
A organização visa assistir o governo na definição de metas e estratégias realistas para abordar as necessidades das crianças e mulheres, tendo por objectivo estratégias de redução da pobreza e planos de desenvolvimento. O reforço das capacidades nacionais para revitalizar e assegurar o fornecimento de serviços básicos essenciais que beneficiem as mulheres e crianças é igualmente um dos principais objectivos para os próximos três anos.
Em 2008 a UNICEF espera ter contribuído para os seguintes resultados chave:
• Redução em 50% na mortalidade infantil abaixo dos cinco anos;• Redução em 30% da subnutrição grave e moderada nas crianças com menos de cinco anos;• Redução em 30% da mortalidade materna;• Inclusão de 75% das crianças na rede de escolas primárias;• Promoção e apoio para optimizar o desenvolvimento das crianças através da melhoria e complementaridade dos cuidados, da nutrição, da educação, do fornecimento de serviços de água e saneamento e da higiene;• Prevenção da propagação do VIH/SIDA de forma a manter a taxa de sero-prevalência do VIH/SIDA abaixo dos 10% e prestação de apoio e cuidados aos afectados pelo VIH/SIDA;• Reforço da capacidade nacional de protecção dos direitos das crianças, incluindo as crianças em risco.
Alcançar estes resultados é um desafio que a UNICEF e os seus parceiros se propõem através de variadas estratégias que incluem: defesa das crianças, reforço das capacidades, melhoria dos sistemas de recolha de dados, reforço das alianças, parcerias e participação.
Fonte:Unicef
Editado por:
Simão pascoal Hossi
Ministerio da Família e Promoção da Mulher
Governo de AngolaMinisterio da Família e Promoção da Mulher

• OBJECTIVOS
O objectivo do Ministério de Família e Promoção da Mulher é definir e executar a política nacional como um todo para a defesa e garantia dos direitos da mulher dentro da família e da sociedade, a quem compreende a atribuição, entre outros, o seguinte:
Definir estratégias, políticas, e programas de desenvolvimento para garantir a protecção e promoção da mulher bem como contribuir, para a unidade e coesão dentro da família.Elaborar estratégias, planos e programas para a promoção da mulher em todos os campos da economia e da sociedade como um todo; Promover a participação igual das mulheres nas decisões em que toma corpo, empreendendo todas as acções necessárias para a completa integração da mulher no meio económico, científico, profissional, bem como na vida cultural e social do país,; Promover, de um modo multidisciplinar, programas e acções que façam a face a informação, sensibilização, educação e treinando tanto em áreas urbanas como rurais em favor da mulher e da família.
ÁREAS DE PRIORIDADE
1. INFORMAÇÃO, COMUNICAÇÃO E ARTES
-Facilitar a participação da mulher em toda e qualquer manifestação artística e cultural2. SAÚDE -Melhorar o nível de conhecimento da população sobre os aspectos de saúde reprodutiva -Desenvolver programas específico com o objectiva reduzir as taxas altas de mortalidade de mãe- criança, -Unir as relações de trabalho com o Programa Nacional de Luta Contra HIV/SIDA, -Alargar os serviços de saúde pública para assegurar o acesso a toda população.
Em. 1991, foi criado o Secretário de Estado para Promoção e Desenvolvimento das Mulheres (SEDM), do qual o principal objectivo era tratar de assuntos relacionados à promoção da mulher aos vários níveis incluindo a sua integração no processo de desenvolvimento, e a defesa dos direitos da mulher.
Em. 1991, foi criado o Secretário de Estado para Promoção e Desenvolvimento das Mulheres (SEDM), do qual o principal objectivo era tratar de assuntos relacionados à promoção da mulher aos vários níveis incluindo a sua integração no processo de desenvolvimento, e a defesa dos direitos da mulher.
Com a introdução do género e dos conceitos de família, o SEDM foi convertido a Ministério da Família e Promoção da Mulher (MFPM) em Setembro de 1997, que inclui: 1. SERVIÇOS DE APOIO INSTRUMENTAL-O Escritório do Ministro -O Escritório do Vice - Ministro -Cooperação Internacional-Centro de Informação e Documentação
2. SERVIÇOS DE APOIO TÉCNICO
-Escritório Legal
-Administração
-Escritório de Estudo, Planejamento e Estatística
3. SERVIÇOS DE APOIO CONSULTIVOS
-Conselho Consultor
-Conselho de Administração-Conselho Familiar
-Conselho Comité de Género
4. SERVIÇO EXECUTIVO CENTRAL
-Direcção Nacional para Política Familiar
-Direcção Nacional para os Direitos da Mulher
-Direcção Nacional para Promoção e Coordenação
5. SERVIÇO EXECUTIVO LOCAL
- Direcções Provinciais
Fonte: Ministerio da Família e Promoção da Mulher
Editado por Simão Pascoal Hossi
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Debate informativo da Rádio Ecclesia, Emissora Católica de Angola

Debate Informativo na Ecclesia
17-Ago-2009
Diante da expectativa criada pela administração Obama, como se avalia a visita a Angola de Hillary Clinton, tema do debate informativo de sábado na Ecclésia.
O embaixador norte-americano, em Angola, Dan Monzena, considera que, a recente visita à Angola de Hilary Clinton vai servir para definir as novas bases da relação dos EUA com o nosso país. Dan Monzena, que falava durante o debate informativo deste sábado na Ecclesia, disse ainda que o seu país, espera que Angola realize, em breve, as eleições presidenciais e que a nova constituição possa garantir a independência dos órgãos do Estado e da imprensa.
E o politico Filomeno Vieira Lopes, outro convidado ao debate de lamentou o facto de muitos aspectos relacionados aos direitos humanos não terem sido mencionados durante a visita de Hilary Clinton.
O representante do MPLA ao debate, Luís Coseiro garantiu que há vontade politica do chefe de Estado angolano para a realização das eleições presidenciais, um assunto que também esteve na agenda da visita à Angola de Hilary Clinton.
E Assis Capamba, membro da UNITA, lamentou o facto da secretaria de estado norte-americana não ter mantido encontro com os membros da sociedade civil e outros activistas dos direitos humanos.
Fonte: Rádio Ecclesia
Emissora Católica de Angola
Emissão Online:www.radioecclesia.org
Acompanhe o Debate nesta pagina web na Sessão/Audio/Debate Informativo
Acompanhe o Debate nesta pagina web na Sessão/Audio/Debate Informativo
sábado, 15 de agosto de 2009
Carta para AAM-Acção Angolana para mulher
Caros representantes da Acção Angolana para a Mulher,
É com imenso prazer que entramos em contato com sua organização!
Como sabem, atualmente Simão Pascoal Hossi, membro da Acção Angolana para a Mulher, esta no Brasil como um dos participantes do Programa de Intercâmbio em Direitos Humanos para a África Lusófona, programa realizado pela Conectas em parceria com a Open Society Institute. Desde fevereiro estamos convivendo cotidianamente com Simão, trocando experiências sobre direitos humanos e conhecendo a luta travada por sua organização para a proteção dos mesmos.
Esperamos, através deste contato, nos aproximarmos de sua organização para que o Programa não só contribua para a formação do Simão, mas que também possa ser uma oportunidade para fortalecer o trabalho da organização naquilo que acharem oportuno.
Até o presente momento Simão se empenhou muito na fase acadêmica do Programa, assistindo às disciplinas na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Neste mesmo período visitou organizações com o intuito de ampliar suas referências em trabalhos de proteção aos direitos humanos:
- Universidade Estadual de São Paulo / Faculdade de Direito (www.direito.usp.br)
- CEDECA – Interlagos (www.cedecainter.org.br)
- Sou da Paz (www.soudapaz.org)
- Instituto Fonte (http://institutofonte.org.br)
- Geledés – Instituto da Mulher Negra (www.geledes.org.br)
- SENAC (www.senac.br)
- Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids (www.crt.saude.sp.gov.br)
Para o segundo semestre, que prevê um período de estágio em organizações brasileiras que lidem com temas relevantes para o trabalho realizado por Simão, entramos em contato com as seguintes organizações:
- Instituto Patrícia Galvão (http://www.patriciagalvao.org.br/)
- Católicas pelo Direito de Decidir (http://catolicasonline.org.br/)
- Casa Eliane de Grammont (http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/participacao_parceria/coordenadorias/mulher/combate_violencia/0002)
- Ecos – Comunicação em Sexualidade (http://www.ecos.org.br/)
Gostaríamos de saber se existe outra ONG ou organismo brasileiro que julguem importante que Simão conheça o trabalho que realizam. Por favor, nos informe para que possamos agendar visitas e colocá-lo em contato.
Durante este período também ajudaremos Simão no desenvolvimento do projeto que será implementado quando ele retornar à Angola. Seu projeto está orientado à prevenção da violência domestica através do trabalho de sensibilização das mulheres que participam dos grupos religiosos dos municipios de Cacuaco, Sambizanga e Kilamba Kiaxi, provincías de Luanda. Gostaríamos que o desenho do mesmo não estivesse descolado dos interesses e expectativas da organização. Assim, escrevemos para saber se este projeto continua sendo do interesse da organização ou se gostariam de priorizar outras atividades. Nos colocamos à disposição para conversar por email ou por telefone a respeito.
Agradeço a atenção e espero mantermos contato,
_________________________________________
Juana Kweitel
Coordenadora do Programa de
Intercâmbio em Direitos Humanos
É com imenso prazer que entramos em contato com sua organização!
Como sabem, atualmente Simão Pascoal Hossi, membro da Acção Angolana para a Mulher, esta no Brasil como um dos participantes do Programa de Intercâmbio em Direitos Humanos para a África Lusófona, programa realizado pela Conectas em parceria com a Open Society Institute. Desde fevereiro estamos convivendo cotidianamente com Simão, trocando experiências sobre direitos humanos e conhecendo a luta travada por sua organização para a proteção dos mesmos.
Esperamos, através deste contato, nos aproximarmos de sua organização para que o Programa não só contribua para a formação do Simão, mas que também possa ser uma oportunidade para fortalecer o trabalho da organização naquilo que acharem oportuno.
Até o presente momento Simão se empenhou muito na fase acadêmica do Programa, assistindo às disciplinas na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Neste mesmo período visitou organizações com o intuito de ampliar suas referências em trabalhos de proteção aos direitos humanos:
- Universidade Estadual de São Paulo / Faculdade de Direito (www.direito.usp.br)
- CEDECA – Interlagos (www.cedecainter.org.br)
- Sou da Paz (www.soudapaz.org)
- Instituto Fonte (http://institutofonte.org.br)
- Geledés – Instituto da Mulher Negra (www.geledes.org.br)
- SENAC (www.senac.br)
- Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids (www.crt.saude.sp.gov.br)
Para o segundo semestre, que prevê um período de estágio em organizações brasileiras que lidem com temas relevantes para o trabalho realizado por Simão, entramos em contato com as seguintes organizações:
- Instituto Patrícia Galvão (http://www.patriciagalvao.org.br/)
- Católicas pelo Direito de Decidir (http://catolicasonline.org.br/)
- Casa Eliane de Grammont (http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/participacao_parceria/coordenadorias/mulher/combate_violencia/0002)
- Ecos – Comunicação em Sexualidade (http://www.ecos.org.br/)
Gostaríamos de saber se existe outra ONG ou organismo brasileiro que julguem importante que Simão conheça o trabalho que realizam. Por favor, nos informe para que possamos agendar visitas e colocá-lo em contato.
Durante este período também ajudaremos Simão no desenvolvimento do projeto que será implementado quando ele retornar à Angola. Seu projeto está orientado à prevenção da violência domestica através do trabalho de sensibilização das mulheres que participam dos grupos religiosos dos municipios de Cacuaco, Sambizanga e Kilamba Kiaxi, provincías de Luanda. Gostaríamos que o desenho do mesmo não estivesse descolado dos interesses e expectativas da organização. Assim, escrevemos para saber se este projeto continua sendo do interesse da organização ou se gostariam de priorizar outras atividades. Nos colocamos à disposição para conversar por email ou por telefone a respeito.
Agradeço a atenção e espero mantermos contato,
_________________________________________
Juana Kweitel
Coordenadora do Programa de
Intercâmbio em Direitos Humanos
Assinar:
Comentários (Atom)